Aviões e Aeroportos: Aeroportos


                                                  Aeroportos




Um aeroporto é uma área com a infra-estrutura e os serviços necessários para o atendimento de aterragens e descolagens de aviões(Ashford et al., 1996, p.7). Um pequeno aeroporto é muitas vezes referido por campo de aterragem (ou simplesmente campo) ou aeródromo. Também pode ser referido como base aérea, quando o aeroporto está designado a servir primariamente aviões militares.

Aeroportos precisam ser de fácil acesso a estradas, para o transporte de passageiros, trabalhadores e carga do aeroporto a outras cidades. Para esse fim, alguns aeroportos também possuem acesso a ferrovias (carga), metrô e ferries (passageiros). Além disso, aeroportos movimentados possuem equipas de emergência como bombeiros e pronto-socorros, para a eventualidade de um acidente; aeroportos maiores chegam a possuir hospitais completos.
Aeroportos podem ocupar grandes espaços, chegando por vezes a ocupar mais de 120 km²; um grande centro aeroportuário pode empregar directamente mais de 20 mil pessoas, movimentar centenas de aeronaves, manejar centenas de toneladas de carga aérea e várias dezenas de milhares de passageiros num único dia de operação.

Pistas de aterrissagem e decolagem
Vista de satélite do Aeroporto de Las Vegas. Note que são três as pistas de aterragem e decolagemComo foi dito anteriormente, um aeroporto é feito para permitir o pouso e descolagens de aeronaves. Para tal, uma parte indispensável num aeroporto são as pistas de pouso e decolagem, que precisam ser suficientemente compridas e largas para permitirem operações de pouso e decolagem dos maiores aviões usando o aeroporto. Além disso, as pistas precisam ser planas, sem ou com a mínima inclinação possível.

Em aeroportos movimentados, as pistas são feitas geralmente de asfalto ou concreto. Porém, campos de aterragem de pequeno porte em pequenas cidades e áreas isoladas, muitas vezes possuem suas pistas feitas com terra, relva ou turfa.

Para o auxílio da movimentações de aeronaves em terra (após um pouso ou antes de uma descolagem, por exemplo), existem as taxiways, pistas de auxílio que agilizam o tráfego de aeronaves no solo.

As cabeceiras das pistas dos aeroportos precisam ser livres de quaisquer obstáculos que possam atrapalhar ou pôr em risco a operação de uma dada aeronave. A recta de aproximação final de aeronaves, por isto, precisa ser livre de obstáculos.
Torre de controle do aeroporto de Bristol, InglaterraPistas de aterragem e descolagem devem ser construídas levando-se em conta o padrão dos ventos da região: os ventos precisam ser paralelos à pista em pelo menos 95% do tempo, para a segurança de uma operação de pouso ou descolagem, onde ventos laterais nunca são bem-vindos; quando acontecem, criam turbulência na aeronave, aumentando muito as probabilidades de um acidente. Quando uma dada região não possui constantes ventos paralelos à pista de pouso, a construção de uma nova pista, em um ângulo perpendicular à primeira, é aconselhada.

 Controle de tráfego aéreo
 

Em aeroportos, as torres de controle organizam o movimento de aeronaves no solo e no espaço aéreo quando estas se aproximam do aeroporto e autorizam operações de aterragem e descolagem. Torres de controle situam-se em uma localização do aeroporto que permita ampla visão do aeroporto como um todo, bem como ampla visão das aeronaves que se aproximam do aeroporto numa operação de pouso. Numa emergência, ordenam que equipes de emergência do aeroporto estejam prontas para a situação.


 Grandes aeroportos de uso civil (passageiros e/ou carga)

Aeroporto Internacional de Lisboa
Aeroporto Internacional de Praga, República Checa. Note o terminal de passageiros ao fundo, o terminal de carga em primeiro plano, as faixas dedicadas ao movimentos de veículos e os guias de orientação das aeronaves.Aeroportos de uso civil são designados para o atendimento de passageiros que usam o avião como meio de transporte, para carga e correio aéreo. A maioria dos aeroportos operam os três, mas muitos atendem principalmente ou passageiros ou carga/correio, dado certas circunstâncias:

Localização (incluindo a presença de outros aeroportos na região)
Serviços oferecidos: Tamanho e qualidade da pista de pouso/descolagem, qualidade dos terminais de passageiros e/ou carga, etc)
Fatores económicos: taxa cobrada pela companhia aeroportuária a pousos e estacionamento de aeronaves no aeroporto, por exemplo.
O tamanho de um aeroporto e a variedade de serviços por ele oferecidos depende primariamente da quantidade de vôos atendidos pelo aeroporto e o movimento de tráfego aéreo, que inclui o movimento de passageiros, carga e correio aéreo. Naturalmente, aeroportos que movimentam uma grande quantidade de passageiros, com um alto movimento de aeronaves, tendem a ocupar uma maior superfície.

[editar] Terminais de passageiros

Trem que conecta os terminais 1 e 2 do Aeroporto Internacional de FrankfurtCentros aeroportuários de grande ou médio porte são bem equipados para o atendimento de aeronaves de porte, bem como para o tráfego movimentado de passageiros pelo aeroporto. Em tais aeroportos, há áreas destinadas ao check-in, terminais separados para embarque (onde o passageiro espera o seu vôo) e desembarque (esteiras de restituição de bagagem, por exemplo), comerciais (lojas, bancos, casas de câmbio, etc), e estacionamento de carros. Muitos aeroportos possuem máquinas de raios-X, para a detecção de materiais perigosos na bagagem de passageiros.

Aeroportos internacionais (destinados ao atendimento de vôos procedentes ou com destino a outros países) possuem também uma alfândega, onde passageiros que saem ou entram do país são controlados pelos serviços aduaneiros. Grandes hubs aéreos oferecem ao passageiro uma grande variedade de serviços, como salas VIP, um centro comercial de grande porte, playgrounds e outros meios de recreação infantil, lugar de culto religioso, museu, restaurantes, lanchonetes, etc.

Grandes terminais aeroportuários precisam ser planejados e construídos de forma a poder cobrir o maior número de passageiros possível, na mesma medida em que o espaço destinado ao estacionamento das aeronaves é maximizada.

Quando os terminais de passageiros estão afastados uns dos outros e/ou distantes do terminal principal, linhas de ónibus, trens especiais e esteiras rolantes conectam um terminal ao outro, de modo a facilitar o movimento de passageiros e funcionários entre todos os terminais.

[editar] Trânsito

Avião da EasyJet no Aeroporto Internacional de Amsterdão Schiphol, Amsterdam, Países Baixos. Observe os vários veículos presentes em torno da aeronave.Os aviões não são os únicos meios de transporte presentes numa área aeroportuária: uma variedade de veículos diferentes actuam dentro do aeroporto, com uma gama variada de serviços, como o transporte de passageiros, transporte de carga, bagagem, comida e limpeza das aeronaves, guia de ré em aeronaves e escadas móveis.

Veículos aeroportuários deslocam-se no aeroporto através de faixas a eles destinadas. Outras faixas existem, dedicadas à orientação das aeronaves, no pátio de estacionamento e nas taxiways.

 Manutenção dos aviões
A manutenção de aviões que operam em um aeroporto é geralmente fornecida pela maior linha aérea em operação no aeroporto ou por companhias especializadas, no caso de aviões de passageiros. Cabe ressaltar que embora muitos aeroportos possuam serviços básicos de manutenção, apenas parte deles oferecem serviços mais especializados e complexos.
Durante o período em que a aeronave fica estacionada em solo, um check-up é realizado nas aeronaves, em busca de falhas.

 Carga e correio aéreo
 
Os aeroportos possuem geralmente uma área designada especialmente para o manuseamento de carga, com hangares destinados ao estoque da carga a ser transportada e equipamentos necessários para o seu manuseamento, bem como pessoal especializado.

 Aviação geral

Pequenos aviões no Aeroporto de Rotterdam, Países Baixos.Os aeroportos destinados principalmente à aviação geral são bem equipados com hangares e áreas de estacionamento especialmente designadas para os aviões menores usados pela aviação geral, de fácil acesso à tripulação, sem prejudicar, porém, a segurança do aeroporto. Como o número de passageiros e carga não é muito alto (podendo sê-lo, contudo, o movimento das aeronaves), terminais de passageiros e/ou carga costumam ser pequenos (e muitas vezes precários), quando existentes.

Grandes cidades possuem aeródromos especialmente designados para o uso de aviação geral, como o Campo de Marte, na cidade de São Paulo. Note que grandes aeroportos comerciais podem e devem atender aeronaves da aviação geral; a estrutura desses aeroportos, contudo, nem sempre é adequada ou especializada o suficiente para atender às suas necessidades específicas.
A manutenção de aeronaves da aviação geral é feita em solo, por empresas especializadas e homologadas instaladas no aeroporto.

 Manutenção

Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos, o aeroporto internacional mais movimentado do Brasil, localizado na região metropolitana de São Paulo.
Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro-Galeão, o quarto aeroporto internacional mais movimentado do Brasil.Os aeroportos são administrados pelo município onde estes operam (ou atendem), ou por empresas especialmente criadas para esse fim, podendo ser públicas ou privadas. Devido ao grande impacto económico de um grande centro aeroportuário numa cidade, região e/ou país, os aeroportos são geralmente administrados por empresas públicas, ou fortemente influenciados por órgãos públicos quando administrados por empresas privadas.
Quando a capacidade de passageiros, carga ou movimento de aeronaves do aeroporto está perto de sua capacidade total, algumas mudanças podem ser necessárias, como a expansão de terminais de passageiros e/ou carga, novas taxiways, pistas de aterragem e descolagem e estacionamentos. Quando isto não é possível, considera-se a construção de um novo aeroporto na região.
A manutenção económica de um aeroporto dá-se através das taxas cobradas para o pouso e estacionamento de uma dada aeronave; os preços variam de aeroporto para aeroporto e de aeronave para aeronave. A cobrança de impostos ao comércio e taxas de embarque de passageiros, bem como a renda gerada pelo estacionamento de carros, também contribui de maneira significativa para a manutenção económica de um aeroporto que, no final das contas, pode tornar-se muito lucrativa; o Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos, em Guarulhos, é responsável por aproximadamente 40% da receita total da Infraero (que controla 67 aeroportos brasileiros).

Segurança
 

Segurança é uma séria questão nos terminais de passageiros. Aqui, área de revista de bagagem de mão e de passageiros do Aeroporto Internacional de Denver, em Denver, Colorado, Estados Unidos.A segurança em grandes aeroportos de passageiros é um assunto muito sério, se levarmos em conta questões como a segurança de voo ou o terrorismo.

Terminais de passageiros movimentados fazem uso de máquinas de raios-x para a verificação de materiais perigosos, detectores de metais para a detecção de armas e animais treinados a detectar traços de explosivos em um dado passageiro, bagagem ou carga. Os seguranças do aeroporto também podem ordenar uma revista completa numa pessoa e/ou na bagagem desta. Além de objectos considerados armas (armas de fogo, facas, tesouras, etc), também são proibidos objectos que ponham em risco a integridade do voo, como isqueiros, materiais inflamáveis ou explosivos, etc. Problemas como a falta de verbas podem fazer com que tais medidas de segurança não sejam utilizadas como deveriam, aumentando muito o risco de atentados ou sequestros.
Outras questões envolvendo segurança nos aeroportos incluem a área de aproximação de pouso de aeronaves, nem sempre livre de obstáculos (como, por exemplo, o antigo aeroporto de Hong Kong, com montanhas de grande altitude durante a aproximação), ou a relação entre o número de operações de pousos e descolagens num dado aeroporto e o tamanho da sua pista. No Brasil o Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, cuja pista possui 1,3 mil metros de comprimento pode ser considerada pouco segura para a operação dos Boeing 737 que aí costumam operar.

 Poluição

O aeródromo regional de Toronto, Canadá, localizado próximo ao centro da cidade, numa ilha no Lago Ontário. Habitantes da região opõem-se à possível construção de uma ponte conectando a ilha à cidade.Dado o intenso movimento de aeronaves, e do tráfego gerado pelo movimento de pessoas de e para o aeroporto, os aeroportos são fontes de dois tipos de poluição:

Poluição atmosférica, gerada pelos gases dos motores e resíduos libertados durante o voo.
Poluição sonora, criada pelo barulho do tráfego de veículos e pelas aeronaves, principalmente em operações de pouso e descolagem. Isto é problemático principalmente em grandes aeroportos internacionais, onde as horas da noite são as mais movimentadas quanto ao número de operações de aterragem e descolagem.
Tais problemas podem causar danos à saúde dos habitantes que moram na sua proximidade, como problemas de sono ou respiratórios. A construção de um novo aeroporto não é, geralmente, bem recebida pelos habitantes que moram perto da área escolhida (até tanto pela possibilidade da necessidade de deslocamento de vários desses habitantes para outros lugares da cidade).

 Aeroportos militares (bases aéreas)
 

Um porta-aviões, exemplo de base aéreaVer artigo principal: Base aérea
Um aeroporto de uso militar está adaptado para a movimentação e de aeronaves militares, tendo igualmente instalações adequadas para tais aeronaves, para as armas por elas utilizadas (exemplo: bombas, mísseis, etc) e para os pilotos e funcionários da base aérea (dormitórios, por exemplo).

Bases aéreas não dão origem, geralmente, a um dos principais problemas dos aeroportos civis: a poluição sonora, uma vez que são localizados em áreas não muito povoadas, distantes dos grandes centros urbanos. Observe-se que a distância da base aérea aos centros urbanos não é de muita importância para uma base militar, e que a poluição atmosférica causada por bases aéreas é menor que a dos aeroportos civis de porte semelhante, dado o menor tráfego de veículos no aeroporto.

Um exemplo de uma base aérea é o porta-aviões, que possui algumas particularidades como a sua mobilidade, a pista de pouso e descolagem de menores dimensões, e o uso de catapultas nas pistas para auxiliar aeronaves a alçar voo em operações de decolagem.

 Aeroportos marítimos
 
Um aeroporto marítimo é uma instalação especialmente adaptada à operação de hidroaviões. Tal como um aeroporto convencional, pode dispor de estação de passageiros, instalações de manutenção de aeronaves, torre de controlo, etc. A grande diferença em relação a um aeroporto terrestre é a substituição da pista de aterragem asfaltada por uma zona de pouso na água.

Atualmente a existência de aeroportos marítimos restringe-se praticamente ao norte dos Estados Unidos e ao Canadá, zonas de grandes superfícies aquáticas onde ainda se faz uso intenso de hidroaviões. Além destas instalações, existem ainda hidrobases menos desenvolvidas, apenas para a operação de pequenos hidroaviões.

 Estatísticas
 

Imagem de satélite do Aeroporto Internacional de Brasília.No continente americano, o maior aeroporto é o Aeroporto Internacional John F. Kennedy, localizado no Nordeste dos EUA com seus 250 mil metros quadrados.
O maior aeroporto em movimento de passageiros é o Aeroporto Internacional Hartsfield, em Atlanta, nos Estados Unidos da América com movimento de 88,4 milhões de passageiros por ano, seguido por perto pelo Aeroporto Internacional O'Hare, em Chicago, Illinois, também nos Estados Unidos, que movimentou 77 milhões de passageiros em 2004.
O maior aeroporto de tráfego internacional do mundo é o Aeroporto Internacional Heathrow, em Londres, Inglaterra, com uma média de 460 mil pousos e descolagens por ano. 80% do seu movimento anual de 67 milhões de passageiros é através de voos internacionais.
O maior aeroporto de tráfego local do mundo é o Aeroporto Internacional de Los Angeles. Cerca de 60% do seu movimento anual de 60 milhões de passageiros possui como destino ou ponto de partida a região metropolitana de Los Angeles.
O aeroporto de carga aérea mais movimentado do mundo é o Aeroporto Internacional de Memphis, Tennessee, nos Estados Unidos. Ali, está localizado o centro operacional da FedEx.
Aeroporto de maior altitude e pista mais longa: Bangda, no Tibete, situado a 4 334 metros de altitude, cuja pista principal possui 5 500 metros.
A maior pista de pouso do mundo está localizada na Base Aérea de Edwards, Califórnia, coordenadas 34°49'27.92"N 117°51'37.11"W. É de terra e tem aproximadamente 12.000 metros. Suas cabeceiras tem orientação 35/17. Era utilizada para pousos de testes dos onibus espaciais.
São Paulo é o mais movimentado centro aéreo do Hemisfério Sul, onde, aproximadamente 35 milhões de passageiros passaram por seus dois Aeroportos (Guarulhos e Congonhas) em 2007, superando Sídnei, Buenos Aires, Santiago e Joanesburgo. A Capital também é o centro aéreo mais movimentado da América Latina, superando a Cidade do México. Até 2014, há projetos de elevar esse movimento para mais de 70 milhões de passageiros, com a inclusão do Aeroporto de Viracopos, em Campinas, no Terminal Aéreo de São Paulo.
 
 Maior aeroporto do mundo
 

Vista aérea de um dos novos terminais do Aeroporto Internacional de Pequim, em Pequim, República Popular da China.O maior aeroporto do mundo, com uma área de 986 mil metros quadrados, é o Aeroporto Internacional de Pequim, desenhado pelo famoso arquiteto britânico Norman Foster - que combina o estilo tradicional chinês com a alta tecnologia -, foi inaugurado em Pequim com um vôo inaugural comercial vindo do leste do país.

O arquiteto Norman Foster afirmou que se baseou em "uma forma que lembra os dragões e um teto aerodinâmico que evoca os símbolos tradicionais chineses". Usando vidro e aço como principais materiais, a estrutura tem um teto curvilíneo composto por clarabóias triangulares que permitem que se aproveite ao máximo a luz e se conservar o calor

Aviões e Aeroportos: Aeroméxico



                                           Aeroméxico





É uma empresa aérea do México com sede na cidade do México. É membro da SkyTeam Alliance. É a maior companhia aérea do México. Possui vôos para a Ásia, Europa, América Central, América do Sul e Estados Unidos. Com o fim das operações da Varig para o Japão em 2005, a Aeromexico é a única companhia aérea latino-americana que tem vôos para a Ásia.


História


1934 




A companhia aérea foi fundada em 15 de setembro 1934, com o nome de Aeronaves de México por Antonio Díaz Lombardo. O 1º avião da empresa foi um Stinson SR e Julio Zinser o 1º piloto. O 1º võo foi entre a Cidade do México e Acapulco, em 14 de setembro de 1934.
Quando a Segunda Guerra Mundial começou, a empresa continuou a crescer com a ajuda da Pan Am, que era proprietária de 25% da companhia. A Aeroméxico viu algumas chances para as próximas duas décadas. De qualquer modo, durante os anos 50, a renovação começou, e a companhia tomou controle de várias outras pequenas companhias espalhadas pelo país, incluindo Aerovias Guest (a 2º maior companhia na época) que possuia as rotas para Madri e Paris. A Aeroméxico teve aeronaves inovadoras na época como o DC-3, e DC-4.


1950

No fim dos anos 50, os DC-4 foram trocados por Douglas DC-6 e 3 Bristol Britannia, o 1º turbopropulsor de passageiros na frota e em 1958, uma nova rota para o Aeroporto Idlewild (agora JFK) usando o mesmo Bristol Britannia. A rota Cidade do méxico-Nova York provou-se lucrativa. Em 1959, a companhia foi nacionalizada.


1960


No começo dos anos 60, a frota da Aeronaves de Mexico (Aeromexico) incluía Douglas DC-3, Douglas DC-6, e Bristol Britannia. Em 1961, a "Aeronaves" começou a trocar seus aviões para aeronaves a jato. Os primeiros a chegar, foram 2 Douglas DC-8. Os aviões eram usados em rotas dentro do México e para Nova york. Entre 1962 e 1963, Aeronaves de Mexico (Aeromexico) fundiu a empresa Aerovias Guest Mexico com a Aeronaves de Mexico.






No fim dos anos 60, mais DC-8 foram adicionados a frota, e serviam a Europa. Em 1964, o 1ª Douglas DC-9-15 entrou para a frota, seguido de mais 9 até 1968, os aviões eram usados em rotas domésticas e para os Estados Unidos, substituindo os aviões turbo propulsores. No fim dos anos 60, os Douglas DC-3 foram retirados da frota.


1970


Os anos 70 trouxeram mudanças para a Aeroméxico. Em 1970, sob um plano do governo, As companhia domésticas do México foram reorganizadas em um sistema integrado de transporte sob controle da Aeronaves de Mexico. O sistema incluiam oito menores portadores, embora estes foram dissolvidos.
Durante o incio dos anos 70, os remanescentes DC-6 e Bristol Britannia foram retirados da frota. Uma nova pintura (laranja e preto) foram introduzidos na companhia e a companhia mudou o nome para "Aeronaves de México", versão encurtada para Aeroméxico em fevereiro de 1972. Aeromexico, foi uma das lançadoras do programa Douglas DC-10-30, recebendo os dois primeiros aviões em 1974, registrados como XA-DUG e XA-DUH. No mesmo ano a companhia recebeu a entrega de 4 Douglas DC-9-32. Durante este período, a empresa era muito popular, devido ao fato de que teve muitas participações nos filmes mexicanos. Basicamente, na maioria dos filmes, algum personagem tinha que viajar, e propositalmente, viaja AeroMéxico. Os serviços para o Canadá se iniciaram no fim dos anos 70, e mais 2 DC-9-15 foram incluídos na frota.


1980


No início dos anos 80, vieram tempos de expansão. Uma nova pintura fez parte da empresa (pintura laranja e prata), 2 DC-10-15 e um DC-10-30 foram incluidos em 1981, N10038 e N1003N, e em 1982, N3878P depois XA-RIY. Aeromexico foi uma das empresas lançadora do McDonnell Douglas MD-82, uma nova versão do DC-9, recebendo os 2 primeiros aviões em 1981. Durante o período de 1980 e 1981, 8 novos DC-9-32 foram adicionados a frota.
Em 31 de agosto de 1986, um acidente fatal ocorreu na cidade de Los Angeles, envolvendo um Douglas DC-9, durante a aproximação do Aeroporto Internacional de Los Angeles, quando foi atingido por uma aeronave de pequeno porte. Os dois aviões caíram. Todos os 64 passageiros e a tripulação a bordo do DC-9-32 morreram, como no outro avião. As investigações finais indicaram culpa da tripulação do outro avião.
Em abril de 1988, a estatal foi declarada falida. Os principais motivos foram falta de organização, uma frota de aviões com média de 20 anos, sem planos de renovação e uma administração ruim do governo. A companhia ficou inoperante por 3 meses. Em Agosto, um plano de privatização estava em andamento. Incluia a retirada de 10 Douglas DC-8 com mais 5 DC-9-15. Aerovias de Mexico, S.A. de C.V., foi estabelecida em 7 de setembro de 1988, com os principais objetivos de transportes de passageiros, cartas e cargas. A nova linha aérea retomou as atividade com 25 aeronaves (DC-9-32, MD-82/83 e DC-10) e menos da metade do quadro de funcionários.
Os principais investidores, eram bancos locais, investidores privados como Boris Irmaz ue possuia 25% da LAN Chile e 25% pilotos da união, ASPA. Revitalizada e revigorada, a Aeroméxico mudou a pintura (azul e vermelho) no começo de 1989. Durante o período entre 1989 e 1991, muitas aeronaves foram incluidas na frota: 1 McDonnell Douglas DC-10-30, 4 ex-Eastern Air Lines Douglas DC-9-31, e 10 novos McDonnell Douglas MD-88.


1990


No começo dos anos 90, foram tempos difíceis, com o aumento dos preços do combustivel por causa da Guerra do Golfo, e uma guerra de tarifas entre as empresas domésticas como a TAESA, Saro, Aviacsa, entre outras.
AeroMéxico, uma cliente fiel da McDonnell Douglas tornou-se uma cliente da Boeing em 1990, fazendo um pedido de 26 Boeing 767/Boeing 757 com entregas para 1991 e 1996. De qualquer forma, somente 15 destes aviões foram entregues. 4 pedidos do Boeing 757 foram para a AeroPerú entre 1993 e 1996. Em 1991, a Aeromexico comprou a Aerolitoral. A frota cresceu de 27 aeronaves em outubro de 1988, para 55 em Dezembro 1992.
No fim de 1992, o Grupo AeroMexico, estava entre os investidores que falharam na aquisição da Continental Airlines. Depois daquele ano, a AeroMexico adiquiriu participação de 35% na falida Aeroperú (a Delta Airlines possuía outros 35%), participação esta alienada em 1999. No fim de 1993, 2 Boeing 757 (XA-SMD e XA-SME), foram operados pela Aeroperú até março de 1999 quando a Aeroperú foi liquidada.


Entre 1991 e 1994, mais MD-82 e 83 de segunda mão foram adicionados a frota. Os 2 primeiros McDonnell Douglas MD-87 se juntaram a frota em 1993 para vôos charter e 6 novos Boeing 757 foram incluidos. Em 1992, AeroMéxico começou vôos diretos para Madri e Paris da Cidade do Mexico e começou serviços para Frankfurt via Paris e Roma via Madri. Em 1993 Aeromexico Group, tomou controle da Mexicana, a 2ª maior companhia do México. Entre 1994 e 1995, os 6 DC-10 foram retirados da frota.


No começo de 1995, no meio de uma crise no Mexico, a AeroMexico sofreu uma fraude de US$75m pelo presidente da companhia Gerardo de Prevoisin. E Grupo Cintra foi criado para evitar a falência das duas maiores empresas. Em agosto de 1995, foi possível o reestruturamento financeiro. Houve um retrocesso na frota, 3 MD-83 foram devolvidos aos seus lessors e 4 Boeing 767 para vôos para Frankfurt e Rome foram cancelados. No fim de 1996, um code share com a Delta Air Lines e Air France foi feito. 3 anos depois em 1999, AeroMexico tornou-se uma das fundadoras do SkyTeam.


Desde 1995, muitos bancos como Bancomer, que era detentor de muitas ações no grupo Grupo Cintra foram vendidos para bancos estrangeiros, o governo durante as transações manteve as ações. Novas aeronaves foram incluidas na frota entre 1996 e 2000: 4 Boeing 767, 3 Boeing 757, e 6 MD-80. Vôos para Madri e Paris começaram a ser operados diariamente.


A venda do Grupo Cintra foi anunciada depois de muitos atrasos, em Setembro de 1999. Com a eleição presidencial em 2000, tudo estava atrasado de novo. O novo governo deteve tudo até surgirem melhores condições. Quando tudo estava para ser resolvido, houve os atentados terroristas 11 de setembro de 2001.


2000


No período entre 2000-2005, a AeroMéxico teve uma média de 60 aeronaves, com mais 20 na Aerolitoral. Depois dos atentados e a Guerra do Golfo, começou um plano de renovação de frota. Começou no meio de 2003, para substituir os DC-9-32 (14) da frota, como os modelos MD-82/83, por aviões mais eficientes como o Boeing 737-700/800. O 1º 737-700 entrou em operação em dezembro de 2003. E os Boeing 767 e 757, há planos de troca por Boeing 787 e Boeing 777. A Aerolitoral trocou os aviões Fairchild Metros e Saab por aviões Embraer ERJ-145.
Em 29 de novembro de 2005, o Grupo Cintra aceitou em vender o Grupo Mexicana (Mexicana de Aviación and Click Mexicana) para uma rede de hotéis Mexicanos e Grupo Posadas por USD$165.5 milhões.


Em 29 de março de 2006, Andrés Conesa, anunciou a inauguração de voos diretos entre o Japão e a cidade do México via Tijuana. Isto foi após a compra de 2 Boeing 777-200ER. Isto fez a AeroMexio, a segunda companhia latina a voar para a Ásia depois da Varig. Mas, por causa da situação da Varig, a Aeroméxico é a única empresa até a Varig retomar os voos para a Ásia. Em 29 de junho de 2006, a International Lease Finance Corporation (ILFC) e a AeroMéxico anunciaram que a companhia ira operar 3 Boeing 787. A Aeromexico ira adquirir por meio de leasing os três 787-8 da ILFC com entregas previstas para 2010.




Aviões e Aeroportos: Avianca Companhia-Colômbia





Avianca é uma companhia aérea da Colômbia, sendo a mais importante do país. Foi a primeira linha aérea comercial de passageiros fundada na América e a segunda no mundo. É sexta maior companhia na América Latina. Atualmente pertence ao mesmo grupo que controla a brasileira OceanAir.

História


A Avianca é a primeira companhia aérea comercial fundada nas Américas e a segunda no mundo. A sua criação ocorreu graças ao talento e ao espírito aventureiro dos alemães Werner Kaemerer, Stuart Hosie, Alberto Tietjen e dos colombianos Ernesto Cortizzos (o primeiro Presidente da companhia aérea), Rafael Palacio, Cristóbal Restrepo, Jacobo Correa e Aristides Noguera.
Estes visionários e sonhadores fundaram em 05 de dezembro de 1919, na cidade de Barranquilla (Colômbia), a Sociedade Colombo-Alemã de Transporte Aéreo - SCADTA.
A companhia realizou o primeiro vôo entre Barranquilla e a população próxima de Puerto Colômbia, abordo de um Junker F-13 no qual foram transportadas 57 cartas. O vôo foi comandado pelo Piloto alemão Helmuth Von Krohn.
Este avião Junker F-13 e outro do mesmo tipo fizeram parte da primeira frota da companhia aérea, monoplanos de asa baixa e de construção completamente metálica cujos motores tiveram que ser modificados para poder operar eficientemente nas condições climáticas do país. Tinham 9,50 metros de comprimento e 3,50 metros de altura. A sua capacidade de vôo era de 850 quilômetros e podiam levar até 4 passageiros, além dos dois tripulantes.
Devido às características topográficas do país, foram adaptados dois flutuadores aos Junker com o objetivo de poder realizar pousos nos rios de diferentes cidades. Assim, em 20 de outubro de 1919 e seguindo o curso do rio Magdalena, Helmuth Von Krohn realizou o primeiro vôo para o interior da Colômbia. Foram oito horas com quatro aterrizagens de emergência incluídas.
Com a mesma visão do grupo de fundadores, Peter Von Bauer, um científico e filantropo alemão, interessou-se pela SCADTA e contribuiu com conhecimentos, dinheiro e outro avião para a Companhia. Igualmente obteve para a SCADTA, a concessão do Governo colombiano para o transporte do correio aéreo do país, com que a SCADTA desenvolveu-se definitivamente.
Já na metade da década de 20, superando muitos tropeços naturais, a SCADTA inaugurou as rotas internacionais que cobriam inicialmente destinos na Venezuela e nos Estados Unidos.
Lamentavelmente, na mesma década, exatamente em 1924, o avião onde viajavam entre outros Ernesto Cortizzos e Von Krohn, precipitou-se a terra na zona que hoje é conhecida como Bocas de Ceniza, acidente que provocou a morte dos seus ocupantes.
Dadas as circunstâncias da Segunda Guerra Mundial, o cidadão colombo-alemão Von Bauer tinha tido que vender as suas ações da SCADTA à companhia norte-americana Pan American.


-Em setembro de 1920, com Fritz Hammer como piloto, Wilhem Schnurrbush como co-piloto e Stuart Hosie como passageiro, a SCADTA realizou o primeiro vôo entre Barranquilla e Puerto Berrio.
-Em 19 de outubro do mesmo ano, Helmuth Von Krohn realizou o primeiro vôo entre Barranquilla e Girardot, e já em 1921 foram estabelecidas as rotas entre as cidades de Barranquilla, Girardot e Neiva.
-Em 1922 a Avianca começou a prestar o serviço de correio aéreo.
-Em agosto de 1922, o General Pedro Nel Ospina, Presidente da Colômbia naquele momento, utilizou por primeira vez um avião da SCADTA para realizar uma missão oficial.
-Em 19 de julho de 1923, para salvar o país da bancarrota, a SCADTA transportou um carregamento de ouro e papel moeda desde Puerto Berrio até Girardot.
-Em 12 de julho de 1928 um Junker F-13 da SCADTA comandado pelo Piloto Herbert Boy cruzou a linha do Equador.
-Em 23 de julho de 1929 foram estabelecidas as rotas regulares entre Girardot e Bogotá.


As primeiras passagens aéreas da SCADTA custavam:


* De Bogotá a Barranquilla $75.


* De Bogotá a Cartagena $85.


* De Bogotá a Cartago $35.


* De Bogotá a Cali $50.






Em 16 de julho de 1931 a SCADTA estabeleceu o primeiro serviço de correio entre Bogotá e Nova York.


Em 1937 a primeira companhia aérea das Américas adquiriu 10 Boeing 247 bimotores e graças a eles ampliou as rotas nacionais.

Em outubro de 1939, já como Avianca, adquiriu os primeiros aviões DC 3 que chegaram ao país e voavam a incrível velocidade, para a época, de 200 milhas por hora.


 Aerovías Nacionales de Colombia


Avianca Edifício Bogota


Assim, em 14 de junho de 1940 em Barranquilla, ante tabelião público, foi assinada a escritura de constituição da Companhia Aerovias Nacionais da Colômbia S.A. – a Avianca, graças à fusão da SCADTA, já em mãos norte-americanas e do SACO, Serviço Aéreo Colombiano.
Participaram nisso cinco colombianos (os senhores Rafael Maria Palacio, Jacobo A. Corea, Cristobal Restrepo, Aristides Noguera e Ernesto Cortissoz) e os cidadãos alemães Alberto Teitjen, Werner Kaemerer e Stuart Hosie, e assumiu como primeiro Presidente da Avianca o senhor Martín del Corral.


Foram décadas de trabalho esforçado e de contribuição para a construção e desenvolvimento da Colômbia mediante ações entre as quais se podem destacar:


Quito, Lima e Panamá, e logo Miami, Nova York e a Europa foram as rotas que em 1946 a Avianca começou a operar em DC4 e C54.


Os aviões Lockeed Constellation 0749 e o Super Constellation 1049L, os maiores e mais rápidos da época, foram os que a Avianca adquiriu em 1951.


A grande façanha da aviação comercial colombiana também foi obra da Avianca em 1956, quando a companhia aérea se comprometeu a levar a delegação colombiana que devia participar nos Jogos Olímpicos de Melbourne, na Austrália. Foram 61 horas de operação contínua, somente com escalas para abastecer a aeronave. Durante muito tempo foi considerada como a maior façanha da aviação do país.
Quatro anos depois a Avianca alugou dois Boeing 707 - 100 para servir rotas internacionais e em 24 de novembro de 1961 adquiriu os seus próprios Boeing 720, batizados com os nomes de Bolívar e Santander.
1976, ano importante para a Avianca, quando se converteu na primeira companhia aérea na América Latina em operar continuamente um Jumbo 747. Três anos mais tarde iniciou operações outro Jumbo, desta vez um 747 Combi, para a área de carga.
Em 1981 as possibilidades de serviço em terra para os passageiros em Bogotá se ampliaram graças ao moderno terminal aéreo que a Avianca pôs em funcionamento. A Ponte Aérea da Avianca serviu inicialmente as rotas para Miami, Nova York, Cali, Medellín, Pasto e Monteria.
Em 1990 a Avianca adquiriu dois dos aviões mais modernos do mundo: Boeing 767 - 200 ER, os quais foram batizados com os nomes de Cristóvão Colombo e Américo Vespúcio.


 Sistema Avianca


Em 1994 estabeleceu-se uma aliança estratégica que vinculou a três das empresas mais importantes do setor aeronáutico: a Avianca, a SAM (Sociedade Aeronáutica de Medellín) e a HELICOL (Helicópteros Nacionais da Colômbia), o que deu vida ao Sistema Avianca.
O Sistema Avianca contou com serviços especializados nas áreas de Carga (Avianca Carga) e correio (Serviços Postais, logo sob a marca Deprisa), assim como com a frota de aeronaves mais moderna da América Latina formada por:


* Boeing 767 - 200.


* Boeing 767 - 300.


* Boeing 757 - 200.


* McDonell Douglas MD - 83.


* Fokker - 50.


* Helicópteros Bell.


O Sistema Avianca cobria na Colômbia e no mundo os seguintes destinos:


Dentro da Colômbia: Bogotá, Arauca, Armenia, Cali, Medellín, Barranquilla, Bucaramanga, Cartagena, Cúcuta, Santa Marta, Letícia, Manizales, Monteria, Pasto, Pereira, Popayán, Riohacha, San Andrés, Valledupar, Providência, Capurganá, Bahia Solano, Nuqui, Caucásia e Chigorodó.


Na América do Sul: Buenos Aires, Santiago do Chile, Rio de Janeiro, São Paulo, Lima, Quito, Guayaquil, Caracas.


Nos Estados Unidos: Los Angeles, Nova York, Miami e Washington.


Na Europa: Madri, Paris, Frankfurt e Londres.


Na América Central e no Caribe: México, Panamá, San José de Costa Rica, Curaçau e Aruba.


Em 1996 foi criada a marca Deprisa, como evolução da Avianca Serviços Postais, para o serviço de envio e entrega de documentos e mercadorias urgentes em 24 horas, com as tarifas mais competitivas do mercado, através da Deprisa e Deprisa Empresarial, Correio Tradicional, Recomendados, envios Aeroporto - Aeroporto e Caixas Postais.
Em 10 de dezembro de 1998 a Avianca pôs a serviço dos passageiros da Colômbia e do mundo o seu Centro de Conexões em Bogotá, com aproximadamente 6.000 possíveis conexões semanais, maior número de freqüências, horários e destinos atendidos, aproveitando em benefício da Colômbia e dos passageiros a privilegiada localização geográfica da capital do país.


 Alianza Summa


Em 20 de maio de 2002, depois de um cuidadoso e complexo processo para enfrentar a crise que vinha passando a indústria aérea, depois de 11 de setembro, a Avianca e a Sam formaram junto com a Aces (Aerovias Centrais da Colômbia) a Alianza Summa.
Estas companhias aéreas decidiram unir as suas fortalezas estrategicamente para oferecer um serviço superior em qualidade e quantidade: seguro, confiável, cálido, pontual, mais eficiente e a preços mais competitivos. Entretanto, circunstâncias adversas na indústria e nos mercados, e apesar dos excelentes resultados da união, em novembro de 2003 os acionistas decidiram iniciar a liquidação da Sociedade Alianza Summa e unir esforços para o fortalecimento da marca Avianca.


 Aerovías del Continente Americano




Em 10 de dezembro de 2004, a Avianca concluiu um dos mais importantes e ambiciosos processos de reorganização empreendidos: o processo do Capítulo 11.
A Avianca conseguiu a confirmação do seu Plano de Reorganização que é apoiado financeiramente pelo consórcio brasileiro OceanAir/Grupo Synergy e pela Federação Nacional de Cafeteiros da Colômbia, o que permitiu à Companhia Aérea obter recursos por US$63 milhões de dólares nos 13 meses seguintes à saída do C-11.
O Plano, que contou com o apoio de 99.8% dos credores que votaram e que teve o respaldo majoritário do Comitê de Credores, se tornará efetivo assim que a Empresa emergir do C-11. De acordo com a legislação dos Estados Unidos, a Administração tem a obrigação fiduciária de considerar qualquer outra proposta de investimento até o vencimento do prazo final estipulado hoje.
Entretanto, dita oferta, além de ser melhor que a que foi aprovada pelos credores nacionais e internacionais da Avianca e confirmada hoje pela Corte, deve estar firme, ou seja, plenamente financiada e respaldada com depósitos em dinheiro não reembolsáveis ou por mecanismos equivalentes. Igualmente, deve ser de caráter vinculante.
Como se sabe, o único investimento que cumpre com estes requisitos é o da OceanAir/Grupo Synergy e o da Federação Nacional de Cafeteiros da Colômbia, a qual faz parte do Plano de Reorganização votado favoravelmente pelos credores e confirmado hoje pelo Juiz.


O Grupo Synergy é um importante conglomerado empresarial brasileiro de demonstrada solidez financeira. A sua grande fortaleza está no setor petroleiro, pois constrói, instala e faz manutenção em plataformas. Realiza explorações no Brasil, no Equador e na Colômbia. Outros negócios incluem a extração de gás nos Estados Unidos, a construção naval, infra-estruturas de telefonia, centrais de energia hidrelétrica, comunicações e uma companhia de exploração marinha de hidrocarbonetos, que se estende por nove países com mais de 5.000 colaboradores.
É o dono e operador da companhia aérea Ocean Air que atende umas trinta cidades no Brasil, da companhia aérea Vipsa no Equador, da Táxi Aéreo e da recentemente adquirida Wayra no Peru, e da Turb Serv dedicada à manutenção de turbinas.




Aviões e Aeroportos: Comissário de vôo ou Aeromoça

                                                  Comissário de vôo ou Aeromoça




"Nos aviões, serve as refeições aos passageiros e lhes presta assistência a bordo"


O que é ser comissário ou aeromoça?


Comissários de vôo ou no caso das mulheres as aeromoças, são profissionais responsáveis por garantir um ambiente de tranqüilidade, conforto e segurança para os passageiros, seja servindo um drinque de boas-vindas a bordo, administrando conflitos e comportamentos inconvenientes, ou zelando pela vida do passageiro, em caso de acidente. São agentes de segurança a bordo e por isso estão preparados para qualquer emergência.
Pelo seu lado fascinante, de conhecer muitas cidades e países, fora de uma rotina de escritório e de uma jornada tradicional de trabalho, a profissão de comissário de bordo atrai muitos jovens. A rotina do trabalho, porém, é de alta responsabilidade. O comissário não pode aparentar cansaço e o bom humor é imprescindível. É ele quem assegura a imagem da qualidade dos serviços das empresas.


Quais as características necessárias para ser comissário ou aeromoça?


Para ser comissário de vôo ou aeromoça, em primeiro lugar a pessoa precisa ser muito atenciosa e simpática, boa aparência também é imprescindível. Mas acima de tudo a pessoa tem que ter uma boa resistência física e disponibilidade para estar sempre viajando.


Características desejáveis:



* altura mínima de 1,58m e máxima 1,80m para mulheres e mínima de 1,67m e 1,85m máxima para homens


* peso compatível com a altura


* autocontrole


* boa aparência                                                 


* boa saúde


* capacidade de adaptação a novas situações


* capacidade de comunicação


* capacidade de decisão


* capacidade de lidar com o público


* desembaraço


* discrição


* equilíbrio emocional


* firmeza


* gosto por servir


* habilidade para mediar conflitos


* iniciativa


* paciência


* senso de responsabilidade


* simpatia


Qual a formação necessária para ser comissário ou aeromoça?


Para esta profissão é necessário um curso técnico de comissário, que tem em média 280 horas de aula, é necessário preencher os seguintes requisitos: idade mínima obrigatória de 18 anos e idade máxima recomendável de 30 anos; fluência em inglês e, se possível, em outro idioma. Após um mês de curso, o candidato faz um exame físico no Centro de Medicina Aeroespacial (CEMAL) e somente quem tiver perfeitas condições físicas e psicológicas continuará.


O curso compreende:                     


* aulas de etiqueta, postura, maquiagem, dicção e expressão corporal;
* conhecimentos gerais de aeronaves;
* noções de medicina e primeiros-socorros;
* serviço de bordo;
* treinamento prático obrigatório que inclui simulação de acidentes, aulas de sobrevivência na selva, no mar, e combate a incêndio.




Depois de aprovado no curso e com o certificado de aprovação do CEMAL, o candidato faz o exame teórico no Departamento de Aviação Civil (DAC), para obter o Certificado de Conhecimento Técnico, com o qual estará apto a concorrer a uma vaga no mercado de trabalho. O DAC aplica provas para candidatos a comissário de bordo três vezes ao ano, em abril, agosto e novembro.


Principais atividades de um comissário ou aeromoça


Suas funções incluem:


* checar equipamentos de segurança - funcionamento de máscaras de oxigênio e disponibilidade de coletes salva-vidas em número suficiente;


* checar e oferecer comida, bebida, travesseiros e cobertores;


* receber e encaminhar passageiros para seus lugares;


* demonstrar o uso do equipamento de segurança e a localização das saídas de emergência;


* verificar se todos os passageiros estão com as poltronas em posição correta e com o cinto de segurança, quando necessário;


* transmitir informações sobre o tempo de vôo e as condições meteorológicas;


* atender às solicitações dos passageiros durante a viagem.



Áreas de atuação e especialidades


A área de atuação de comissários de vôo é bastante específica, se não exercerem tal cargo podem atuar no atendimento ao cliente em aeroportos para as companhias, apesar de algumas diferenças no cargo. Comissários de vôo podem trabalhar em diversos tipos de aviões particulares ou em linhas comerciais.


Mercado de trabalho

Embora algumas empresas de aviação não se encontrem atualmente em um momento muito favorável, a aviação civil tem apresentado grande crescimento nos últimos anos. Também os custos cada vez mais baixos das passagens, as promoções e as políticas governamentais, que aumentam a concorrência entre as companhias, têm ajudado elevar o número de passageiros, favorecendo as perspectivas da área. No geral, o mercado de trabalho é muito competitivo e a seleção bastante rigorosa.


O comissário que falar uma ou mais línguas alem do inglês pode ter mais chances. As companhias favorecem comissários que falem línguas orientais, de preferência o japonês, que facilita sua promoção aos vôos internacionais.


Curiosidades


A profissão de comissário de bordo (aeromoça) surgiu em 1930 por reinvidicação de uma mulher, Ellen Church, pois era apaixonada por aviação e, por não poder pilotar uma aeronave por ser mulher , a enfermeira sugeriu à Boeing Air Transport que colocasse enfermeiras a bordo dos aviões para cuidar da saúde e segurança dos passageiros durante o vôo. As primeiras moças contratadas deveriam ser solteiras, não terem filhos, obedecer a um padrão de peso e altura, porém possuíam salários muito baixos. A idéia fez muito sucesso, pois as mulheres a bordo passavam segurança aos passageiros, já que a mulher era considerada uma figura de fragilidade, e tendo mulheres trabalhando a bordo passava a idéia aos viajantes de que o avião não era tão perigoso quanto pensavam. Devido a Segunda Guerra Mundial, as enfermeiras foram convocadas para os campos de batalha, as companias aéreas então começaram a colocar mulheres de nível superior a bordo, contudo sem perder o charme e a elegância, já que essa profissional representaria a empresa. A profissão se popularizou, e perdeu o símbolo sensual que possuía, foi então que surgiu o "aeromoço", já que as funções do comissário aumentaram devido ao aumento do fluxo de passageiros, o que exigia mais do profissional.


Aviões e Aeroportos: Deutsche Lufthansa- Italia

Deutsche Lufthansa  é uma das maiores companhias aéreas na Europa em termos de transporte global de passageiros, sendo a quinta companhia aérea do mundo em termos do número total de passageiros transportados, operando serviços para 209 localidades em 81 paises. O nome da empresa é derivado de luft, que significa "ar" na língua portuguesa, e, hansa, um termo pós-Liga Hanseática, que envolvia um poderoso grupo medieval de negociação, termo que em português   significa "associação".


Entre as quinze companhias com a maior frota do mundo, a Lufthansa é a sexta colocada, em conjunto com Lufthansa CityLine, Air Dolomiti, Eurowings, Germanwings, Augsburg Airways, Contact Air, e SWISS, operando 531 aeronaves.

O edifício empresarial principal da Lufthansa está localizado na cidade de Colônia, e a sua base principal e hub de tráfico primário no Aeroporto Internacional de Frankfurt em Frankfurt am Main com um segundo hub no Aeroporto Internacional de Munique.
A Lufthansa é membro-fundador da Star Alliance, a maior aliança aérea do mundo. A Star Alliance foi formada em 1997 junto com as empresas Thai Airways,United Airlines, Air Canada e Scandinavian Airlines System. O Lufthansa Konzern, Grupo Lufthansa em português, opera mais de 500 aeronaves e emprega internacionalmente 105,261 pessoas de 146 nacionalidades diferentes em 31 de dezembro de 2007. Em 2007, 83,1 milhões de passageiros viajaram usando um dos aviões do Lufthansa Konzern, incluindo todas as suas afiliais. E em 2008, até o mês de setembro do ano, a companhia obteve um lucro de aproximadamente 551,000 milhões de euros.

História


 Frente do edifício empresárial da Lufthansa em Colônia, na Alemanha.
Edifício administrativo da companhia visto mais afastadamente.A empresa foi fundada em 6 de janeiro de 1926 em Berlim, uma fusão entre a Deutsche Aero Lloyd (DAL) e Junkers Luftverkehr.  O nome original da companhia já foi "Deutsche Luft Hansa Aktiengesellschaft". Lufthansa, como única palavra, tem sido usada como nome da marca desde 1933. Em 9 de dezembro de 1927, "Deutsche Luft Hansa", no nome do Governo Alemão, estabeleceu em acordo com o Governo Espanhol autorizando um serviço aéreo entre os dois países. Isto incluiu um investimento de capital para estabelecer uma companhia aérea que tornou-se na chamada Iberia.
 Nos anos antecessores da Segunda Guerra Mundial, a companhia pioneira de rotas para a Ásia Oriental sobrevoando o Oceano Atlântico, usando uma forta da maioritariamente Dornier, Junkers, Heinkel, Focke-Wulf e outros fabricantes alemãos de aeronaves. Após a parada da guerra em 1939, a Lufthansa foi somente capaz manter serviços em países neutros das guerras. No inicio da guerra, junto com a Linee Aeree Transcontinentali Italiane, que significa "Linha Aérea Transcontinental Italiana, abreviada em italiano pela sigla LATI, a Lufthansa competia vigorosamente no coméricio na América do Sul.  Contudo, todo serviço foi suspendido pela Lufthansa por causa da seguinte derrota da Alemanha em 1945.A Lufthansa foi recriada em 6 de janeiro de 1953 como "Aktiengesellschaft für Luftverkehrsbedarf", "Luftag", e foi renomeada em 6 de agosto de 1954 como "Deutsche Lufthansa Aktiengesellschaft". A "nova Lufthansa" de 1953 não é sucessora legal da Lufthansa fundada em 1926 que existiu durante a Segunda Guerra Mundial. Em 1° de abril de 1955 a Lufthansa retoma suas operações na Alemanha. As operações internacionais também foram retomadas no dia 15 de maio de 1955, com vôos para diversos locais da Europa, seguido pelo seviço para a cidade estadunidense de Nova Iorque em 8 junho de mesmo ano, usando aviões da Lockheed, do modelo Super Contellation. As rotas pelo o Oceano Atlântico foram retomadas em agosto de 1956.
A Alemanha Oriental tentou estabelecer sua própria companhia aérea na década de 1950 usando o nome Lufthansa, mas isto resultou em uma disputa com a Alemanha Alemanha Ocidental, onde a companhia já estava operando. A Alemanha Oriental renomeou o nome de sua companhia para Interflug, que cessou suas operações em 1991. A Lufthansa foi proibida de sobrevoar no lado ocidental de Berlim até o fim do regime do Sozialistische Einheitspartei Deutschlands, abreviado em potuguês com a sigla PSUA, e em alemão pela sigla SED.

Em 1958, a Lufthansa adicionou em sua frota um ordem de aviões Boeing 707, usados para realizar as conexões de Frankfurt para Nova Iorque em março de 1960. Aviões Boeing 720 foram comprados mais tarde para realizar um back-up nos aviões Boeing 707. Em fevereiro de 1961, rotas da Ásia oriental foram mais além de Bangkok na Tailândia, chegando e, Hong Kong e Tóquio. Em fevereiro de 1965, a companhia coloca vinte e um jatos de médio curso do modelo Boeing 737, que só foi integrado na frota em 1968.
A Lufthansa foi a primeira cliente a comprar o maior número de aeronaves Boeing 737, assim como também foi a companhia em que mais comprou o avião, e, entre a NASA, Malaysia-Singapore Airlines e Malaysia-Singapore Airlines, a companhia adquiriu o Boeing 737-100. A aeronave da NASA a primeira a ser construída, porém sendo a último receptora do produto, quando a última seria a Lufthansa. Feito o avião para a companhia, a mesma foi o primeiro cliente estrangeiro à utilizar um avião comercial Boeing.

Em 1990, com a reunificação alemã e quarenta e cinco anos após o final da Segunda Guerra Mundial, a Lufthansa voltou a voar até Berlim. Entretanto, a empresa enfrentou uma grave crise financeira na década de 1990 à qual sobreviveu com um plano que passou pela privatização de grande parte do seu capital, pertencente ao Estado.

De 1992 à 1997, a Lufthansa passa por uma forte crise econômica, cada vez mais decadendo o programa de reabilitção das aeronaves. Detida pelo o Estado, a companhia foi sendo privatizada aos poucos. Seus serviços de manutenção e desempenho das aeronaves, o sistema de carga e de TI passaram por cisão das empresas, sendo empresas independentes.

De 1997 à 2001, a Star Alliance é criada pela a Lufthansa, Air Canada, SAS, Thai Airways e United Airlines. O grupo de aviação da Lufthansa aprimora seus serviços com inovações e preocupação da qualidade do serviço prestado. Dentre as inovações, são adicionados quinze Airbus A380. Com as invações, a companhia possui gráficos cujos sinais enviados por satélite, informam em um mapa virtual por qual localidade o avião está sobrevoando.

De 2002 à 2005, mesmo com a crise na indústria aérea da Lufthansa, a companhia idealiza o programa do "Futuro de Operações Europeu". Com isso, a companhia aérea reorganiza seus mercados regionais, e as companhias aéreas ficam na condição de poderem ganhar um novo aliado para expandir a rota da rede global Star Alliance. A Business Class oferece ligação à internet banda larga. Em 2005 a SWISS é integrada como uma companhia independente no Grupo Lufthansa.

O interior de um Boeing 747 da Lufthansa.De 2006 à 2008, são encomendados vinte aviões do modelo Boeing 747-8, sendo o primeiro cliente da aeronave. Os preparativos para a prova de percurso inclui o Airbus 380, a manutenção de um novo hangar e de uma nova área terminal, em Frankfurt. O Centro de Aviação da Lufthansa torna-se uma emblemática arquitetônica. A Lufthansa Cargo funda a carga aérea AeroLogic com a DHL Express. Em 2008, a Star Alliance já engloba vinte e um membros.
Recentemente, a Lufthansa adquiriu dezenove por cento das acções da companhia Americana JetBlue, com previsão de adquirir a totalidade das acções num tempo futuro. E no dia 15 de novembro de 2008 comprou a companhia Austríaca,Austrian Airlines ou simplesmente Austrian.
Foi anunciado a público que a empresa tem interesse na compra da Alitalia, que no momento opera com uma certificação diferenciada, tendo em vista que entrou em processo de insolvência, devido a problemas financeiros. No entanto, tendo a Lufthansa já uma presença forte no mercado italiano através de empresas subsidiárias, como a Air Dolomiti, e uma forte parceria com a companhia aérea Air One, o Grupo Lufthansa optou pela estratégia de criação da Lufthansa Italia, uma empresa subsidiaria, tirando partido do abandono da Alitalia de um elevado número de rotas a partir de Milão. A partir de Fevereiro de 2009, a Lufthansa Italia irá iniciar as suas actividades a partir da nova base de Milão Malpensa, com aeronaves do tipo Airbus A 319. Os destinos de inauguração serão Barcelona e Paris. Ao longo do ano de 2009, os seguintes destinos irão ser servidos a partir desta nova base: Bruxelas, Bucareste, Budapeste, Lisboa, Londres e Madrid.

Restauração de aeronaves

Airbus A340 antes das modificações feitas pela Lufthansa Technik, no Aeroporto de Fuhlsbüttel em Hamburgo.A Lufthansa Technik, um serviço aéreo de manutenção da Lufhtansa, restaurou um Junkers Ju-52 construído em 1936, à aeronavegabilidade; esta aeronave estava em uso por dez horas na rota de Berlim à Roma, através dos Alpes, na década de 1930. A Lufthansa é hoje o restabelecimento de um Lockheed Super Constellation, utilizando peças a partir de três desses aviões comprados em leilão. A Super Constellation (Starliners) da Lufthansa são uma categoria de frota utilizada em operaçoes como, entre Hamburgo, Madri, Dakar, Caracas e Santiago. A Lufthansa Technik recruta empregados aposentados e voluntários qualificados para a mão-de-obra qualificada.

O termo "Lufhtansa"

O logotipo da Lufthansa, um grou cercado em vôo, foi criado em 1918. Fazia parte da farda da primeira companhia aérea alemã, a Deutsche Luftreederei GmbH (DLR), que iniciou seus serviços aéreos em 5 de fevereiro de 1919.
O grou estilizado do logotipo foi concebido pelo professor Otto Firle. Em 1926 a Lufthansa adotou este símbolo de Aero Lloyd AG, que em 1923 fundiu com a Deutsche Luftreederei. O criador original do nome Lufthansa acredita-se que seja Fischer von Puturzyn. Em 1925 ele publicou um livro intitulado "Luft-Hansa", que analisou as opções em aberto para a aviação dos políticos do momento. Lufthansa foi o nome dado para a nova companhia aérea que resultou da fusão de Junkers Luftverkehr AG e Deutscher Aero Lloyd.

Aviões e Aeroportos: Helicóptero

     Helicóptero 



É um tipo de aeronave de asas rotativas, mais pesada que o ar, propulsada por um ou mais rotores horizontais maiores (propulsores) que, quando girados pelo motor, criam sustentação e propulsão necessárias para o vôo. Devido ao fato de as pás do rotor girarem em torno de um mastro, são classificados como aeronave de asa rotativa, o que os distingue das aeronaves de asa-fixa convencional (avião). Em contraste com aeronaves de asa fixa, isso permite que o helicóptero possa decolar e pousar verticalmente, pairar e ir para frente, para trás e lateralmente. Esses atributos permitem aos helicópteros serem utilizado em áreas congestionadas ou isoladas em que as aeronaves de asa fixa não seriam capaz de pousar ou descolar. A capacidade de pairar por longos períodos de tempo e de decolagem e aterragem vertical permite aos helicópteros realizar tarefas que as aeronaves de asa fixa não podem executar.

Os helicópteros foram desenvolvidos e construídos durante a primeira metade de século XX, com alguma produção e alcance limitado, mas foi só em 1942 que um helicóptero projetado por Igor Sikorsky atingiu a produção em larga escala , com 131 aeronaves construídas.

História


Máquina voadora de Leonardo da Vinci.

A primeira idéia pouco prática de um helicóptero foi concebida por Leonardo da Vinci no século XV, mas esquecida até a invenção do avião no século XX.
Desenvolvedores como Louis Breguet, Paul Cornu, Juan de La Cierva y Codorniu, Émile Berliner, e Igor Sikorsky abriram caminho para este tipo de aeronave. O primeiro vôo bem-sucedido e registrado de um helicóptero ocorreu em 1907, realizado por Paul Cornu, na França. Entre 1920 e 1926 o Argentino Raul Panteras Pescaras fez varios testes aportando o desenvolvimento do ajuste angular das pas para melhor controle da futura aeronave. Porém, o primeiro vôo de um helicóptero completamente controlável foi demonstrado por Hanna Reitsch em 1937 em Berlim, Alemanha.


No início dos anos 40, Igor Sikorsky esteve na base do aparecimento do Sikorsky R4. Em 1946, foi lançada a produção do Bell 47B, que atingia uma velocidade de 140 km/h, com duas pessoas a bordo. Entretanto, no fim dos anos 50, os helicópteros começam a especializar-se e a desenvolver-se, atingindo velocidades de 260 km/h, com até 44 lugares a bordo..
Tornando-se um símbolo de poder, o helicóptero veio a ser também uma fonte de prestígio para determinados homens de negócios. Tudo começou quando a companhia norte-americana Bell não ganhou uma encomenda de helicópteros de observação, acabando, em 1965, por adaptar o projecto à área civil. Este helicóptero veio a ser um modelo popular entre os homens de negócios, apreciadores do conforto.
Helicóptero do tipo rotor gêmeo com uma porta de carga grande e de levantamento externo, e é usado para transportar pára-quedistas, evacuação de vítima, e para erguer cargas grandes.

Nos anos 70, acabou por ser melhorado, readquirindo o seu interesse militar, pelo que foi vendido a forças armadas de todo o Mundo. Ainda no campo militar, surgiu o AH-64 Apache, que veio a constituir a base dos helicópteros modernos.


Na década de 90, surge o AgustaWestland EH101, um helicóptero diversificado que suporta o transporte de passageiros, operações militares e de salvamento no mar. Com as melhorias da tecnologia, o consumo de combustível baixou. Os níveis de ruído foram reduzidos, o mesmo sucedendo com as vibrações. Desta forma, passa também a haver um menor desgaste da estrutura.
Em termos militares, a fuselagem é feita de forma a diminuir as possibilidades de os helicópteros serem detectados por radares, tendo esta sido uma das preocupações dos engenheiros aeronáuticos durante os anos 90. Uma das possibilidades é fazer com que o helicóptero não emita uma quantidade elevada de calor, para não ser detectado por infra-vermelhos.
Desta forma, o helicóptero é um meio de transporte que tem evoluído. Depois de ter sido usado ora em termos civis, ora para fins militares, adquiriu um estatuto especial entre outras formas de transporte. Acaba, assim, por se revelar fundamental para situações de salvamento, de guerra ou mesmo como meio de transporte de luxo.

O helicóptero também é muito utilizado por emissoras de televisão de muitos países ao redor do planeta. No Brasil, o Comandante Hamilton Rocha (conhecido como Cmte Hamilton) foi o pioneiro nesta áerea. Além de ser pilotar a máquina ainda atua como repórter (formado em jornalismo) fazendo a narrativa de ocorrências na cidade de São Paulo.


 Finalidades


Os helicópteros têm utilizações militares e civis, como transporte de tropas, apoio de infantaria, apoio de fogos, operações entre navios, transporte de empresários, evacuação sanitária, guindaste aéreo, polícia e vigilância de civis, transportes de bens (alguns helicópteros podem levar cargas que podem ser lançadas de pára-quedas) etc.

Helicóptero do tipo rotor gêmeo com uma porta de carga grande e de levantamento externo, e é usado para transportar pára-quedistas, evacuação de vítima, e para erguer cargas grandes.

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